Segmento de Venda Direta irá acabar?

Descubra porque esse método se consolidou no mercado e está mais forte do que nunca!

Você sabia que o mercado de venda direta movimenta cerca de R$ 40 bilhões e emprega mais de 5 milhões de trabalhadores? Ainda assim, a maioria das pessoas vê esse modelo de negócios como uma forma de ganho extra, sem enxergar que ele já é a principal fonte de renda para muitas famílias.

Isso porque, além de oferecer independência ao vendedor, com liberdade de horários, possibilita rápido crescimento profissional – principalmente se a empresa faz parte do chamado Marketing Multinível.

Com a chegada da internet e o boom das redes sociais, muita gente acreditava que o segmento de venda direta iria acabar. Afinal, as empresas dispensariam a necessidade de um intermediário, vendendo diretamente aos seus clientes. Mas não foi isso o que aconteceu.

A essência da venda direta vai além da comodidade e da rentabilidade. O ponto central a ser analisado é o relacionamento interpessoal que permeia esse tipo de venda – o fato do vendedor ter contato direto e próximo com seu consumidor. Considerando que vivemos a era da economia da confiança, nada mais atual do que ter um revendedor que transmita credibilidade para indicar produtos para outras pessoas.

Como funcionam as empresas de vendas diretas?

O conselho de ética da ABEVD (Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas) discutiu amplamente que tipo de empresa poderia ser enquadrada no modelo de venda direta. A conclusão foi justamente que uma organização que opera nesses moldes faz suas vendas com base no relacionamento e não na conveniência.

Uma pesquisa da WFDSA, que é a Federação Global de Associações de Vendas Diretas, estimou que o mercado brasileiro movimentará R$ 100 bilhões no setor até o ano de 2036. A prova disso é mudança que esse nicho apresentou na última década – e a entrada de empresas grandes nessa linha, como O Boticário.

Qual é o perfil dos vendedores desse mercado?

Os mais jovens enxergam o mercado de trabalho de uma forma bastante distinta em relação às gerações anteriores. Eles não querem sacrificar a sua felicidade em prol de um cargo na alta diretoria de uma organização.

O desejo da geração Y é ter qualidade de vida. Eles querem trabalhar e viver ao mesmo tempo, sem deixar a satisfação pessoal somente para quando se aposentarem.

São pessoas com espírito empreendedor, o que supre um dos desafios da venda direta.

Afinal, por ser considerada uma estratégia de marketing de relacionamento, as vendas diretas atendem o desejo de empreender desse público, sem que seja preciso passar pelas várias burocracias que envolvem a abertura de uma empresa tradicional.

A forma de pagar os revendedores também se adequou ao novo cenário de desafios da venda direta, pois o profissional pode lucrar tanto com as suas vendas, como tem a oportunidade de formar o seu próprio time, ganhando uma parte da rentabilidade de quem está sob sua supervisão.

 

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